Um site com três botões
O endereço oficial dela, mia-brookes.com, cabe numa tela e não esconde o desenho: o nome, a linha "model & content creator" e três botões. Dois levam para fora de graça — Instagram e X —, e o do meio se chama "Exclusive Content" e vai para a conta de assinatura.
Não há biografia, nem portfólio, nem galeria. O site não existe para contar quem ela é: existe para repartir quem chega entre o que é aberto e o que é pago, e é a coisa mais explícita que ela publica sobre o próprio negócio.
Um milhão de um lado, cento e quarenta mil do outro
O Instagram é o maior canal: 1,2 milhão de seguidores para 132 publicações — uma conta com muito mais gente olhando do que coisa publicada. A apresentação é de três palavras, "Hi new friend", e o único link é o do site.
O X foi aberto em junho de 2025 e já tem 141,7 mil seguidores. O que ela publica ali é quase sempre academia — treino de costas, treino de fim de semana —, e a bio manda para um agregador de links em vez de mandar para o site.
O TikTok com o mesmo apelido é a exceção, e vale por ser uma: tem 109 seguidores, e a apresentação diz literalmente "My IG better", com o endereço do Instagram embaixo. Não é um canal que ela alimenta — é uma placa apontando para outro.
O que não é público
Nome de registro, idade, país e trajetória anterior não aparecem em canal nenhum. Em três contas abertas e um site próprio, o único dado pessoal publicado é o primeiro nome.






























