Atlanta, aos dezoito
Ali Lee tem formação em dança clássica e em canto lírico. Aos dezoito anos foi recrutada para um grupo pop feminino e mudou-se para Atlanta, onde começou dançando nas boates da cidade.
A frase dela sobre esse começo é sem cerimônia: aos dezoito, "estourou dançando em toda balada quente de Atlanta".
A música, e a pausa
O single solo dela, escrito e produzido por profissionais de primeira linha do pop americano, virou uma das faixas mais pedidas de uma rádio nacional por assinatura, entrou em rotação na MTV e na VH1 e chegou ao 23º lugar de uma parada americana em três semanas. O projeto seguinte passou de um milhão de visualizações.
Ela parou com a música ao engravidar do primeiro filho. Hoje tem dois e trata a maternidade como parte pública da carreira.
A volta, e o que ela aprendeu
Voltou como modelo: foi capa da edição canadense da FHM e da edição francesa, além de capa de outra revista e presença em Maxim e Esquire. Em 2022 entrou numa plataforma de assinatura e hoje mantém site próprio de conteúdo exclusivo.
Tem ainda marca de joias e co-apresenta um programa de humor. O conselho que dá a quem negocia com marcas é o de quem já foi mal paga: "Não aceite a primeira oferta deles. Entenda os seus números."
E sobre o próprio lugar, corrige quem a compara com estrelas pop: "Nem sou a Britney Spears. Sou atriz, e tenho muita versatilidade."






























