Belo Horizonte, e a aparência como assunto
Diandra Cox é mineira, de Belo Horizonte. A história que ela conta em entrevista começa pelo avesso do que ela faz hoje: sofria bullying por causa da aparência.
Foi com o apoio do marido que ela entrou nas plataformas de assinatura. A mensalidade dela fica na casa dos vinte reais, e ela mantém conta nas duas — a americana e a brasileira.
O recorde que ela persegue
O projeto dela é literal e mensurável: cobrir 97% do corpo de tatuagem e tomar o título de mulher mais tatuada do setor, hoje de uma britânica. Já está em 68%, e o que já gastou passa de cento e noventa mil reais.
Não é excentricidade solta — é o produto. A tatuagem é o que a distingue numa plataforma com milhares de brasileiras, e ela transformou a própria aparência, que era o motivo do bullying, na marca registrada.
Miss Bumbum e televisão
Ela disputou o Miss Bumbum representando o Tocantins. Depois assinou com um programa adulto de internet inspirado num humorístico extinto da TV aberta, como uma das apresentadoras.
Num levantamento de curtidas das brasileiras na plataforma americana, ela aparece em oitavo lugar, com cerca de 438 mil.
























