Florianópolis, e o telemarketing
Aline Novak é de Florianópolis e trabalhava com telemarketing — o emprego de fone de ouvido, meta e roteiro pronto. Entrou na plataforma brasileira de assinatura por indicação, e diz que não tinha expectativa nenhuma quando começou.
A frase com que ela resume a virada é curta: "Eu trabalhava de telemarketing e depois conheci a Privacy. Entrei e tudo mudou!"
Hoje ela mora em Curitiba e tem uma chácara, onde vive com catorze cães. O que ela destaca da mudança não é consumo: "Mudou demais! Hoje eu tenho uma chácara e consigo viver no sítio."
De 900 mil ao primeiro milhão
O faturamento dela tem duas marcas datadas: em setembro de 2023 a imprensa noticiou R$ 900 mil, e depois ela passou de R$ 1 milhão somando os dois perfis.
O que o dinheiro virou também é concreto: apartamento próprio e a chácara. Num mercado em que o faturamento quase sempre é noticiado como número solto, ela é uma das poucas que diz onde ele foi parar.
Dois perfis, e o de graça é a porta
A estrutura é a parte interessante: um perfil pago e outro gratuito. A plataforma permite assinatura de graça, e ela foi apontada pela imprensa como o exemplo principal de quem faz isso dar certo.
O gratuito não é caridade nem sobra: é a porta de entrada. Ela publica ali prévia bem produzida, e usa aquilo para levar o público ao conteúdo completo, que é pago. É estratégia de funil, e é uma das poucas explicações públicas de como a economia dessa plataforma funciona por dentro.
Sobre o que decidiu vender, ela diz: "Nessa etapa da minha vida, percebi o potencial de criar conteúdo baseado nas minhas experiências pessoais."
O conselho que ela dá
O que ela recomenda a quem começa é sobre o começo do vídeo: "Se você vai fazer um vídeo, capriche na abertura, crie uma historinha" — porque é isso que prende.
E o resto do conselho é contra imitar: "Seja você mesmo. Às vezes o que você acha que não vai funcionar pode dar muito certo."




























