Desenvolvedora de sistemas
Brendita Seja é catarinense e trabalhou como desenvolvedora de sistemas desde a adolescência — profissão técnica, de formação longa e mercado aquecido — antes de passar a viver de conteúdo adulto, cerca de dois anos antes da entrevista que deu.
É o tipo de troca que desmonta a leitura de que esse trabalho é o que sobra para quem não tinha alternativa: ela tinha, e escolheu sair.
O trabalho dela
Vende na plataforma americana de assinatura, e o que ela diz preferir são produções em grupo, com outras mulheres, e não gravação solo.
É ruiva, tatuada, treina, estudava à época da entrevista, e frequenta a comunidade de troca de casais desde os dezoito anos — que é o contexto de onde o trabalho dela nasceu, e não uma consequência dele.
Ela assina as contas como Brenda Aguiar e se localiza em Balneário Camboriú. No X são duas: a principal, com 44 mil seguidores, é só vitrine — nenhuma publicação, apenas o link —, e uma segunda, de "viagens e dia a dia", é onde ela de fato publica. O Instagram antigo saiu do ar.














