Cajazeiras, e a Europa
Ayarla Pereira de Souza nasceu em 3 de dezembro de 1998 em Cajazeiras, no interior da Paraíba, e tem 27 anos.
A imprensa local registra que ela trabalhou como profissional do sexo numa passagem pela Europa antes de virar figura pública no Brasil. É um percurso que quase nunca aparece escrito: sair de cidade pequena do sertão para o mercado sexual europeu e voltar como artista.
O bregafunk, e a empresária de Miami
Ela é dançarina de bregafunk e chegou a ser apontada como promessa do ritmo. Em 2020 as danças dela estouraram nas redes, e foi ali que a carreira virou: conheceu uma empresária brasileira radicada nos Estados Unidos, que divide o trabalho entre Miami e Nova York e mantém uma produtora voltada a formar novos talentos no Brasil.
Ayarla assinou contrato com a produtora e passou a cantar. Sobre o encontro, disse: "De imediato, a gente já se deu super bem, e ela me deu essa oportunidade de começar a cantar."
Gravou o clipe de "Kikando", e o objetivo que declarou é grande: "os próximos objetivos é se tornar uma grande artista nacional e internacional."
Os R$ 340 mil
Em outubro de 2023 ela denunciou publicamente ter perdido R$ 340 mil ao tentar comprar uma casa em Fortaleza. Segundo o relato dela, deu entrada, combinou reformas e passou a ser cobrada por adiantamentos que não chegaram ao proprietário.
Ela contou ter esperado quatro meses antes de expor o caso, tentando acordo: "Eu tentei ajudar ele, tentei fazer um acordo com ele. Na verdade, eu fiz um acordo com ele, e mesmo assim ele não pagou. Tenho todas as provas."
Ela pediu medida protetiva por receio, e registrou boletim de ocorrência. A Polícia Civil abriu investigação por estelionato. O corretor apontado por ela não foi localizado pela imprensa para se manifestar, e não há desfecho público conhecido.
O conteúdo adulto
Ela mantém conta na plataforma americana de assinatura e aparece em levantamentos de perfis brasileiros do setor.
As três frentes correm juntas: a música, o conteúdo pago e a conta aberta. Nenhuma substituiu a outra, e é essa sobreposição — e não a troca de carreira — que descreve como ela trabalha.




























